Entrevista sobre NEUROeconomia
Gravação da minha entrevista, hoje 22-12-2010, no ISMAI (Instituto Superior da Maia) para falar durante 50 minutos sobre Neuroeconomia e Neuromarketing. Programa liderado pela Dra. Cláudia Moura. Para saber mais, ler www.academiadofuturo.com.
Entrevista ao JORNAL DE NOTÍCIAS
Leia no JORNAL DE NOTÍCIAS, no caderno NEGÓCIOS (edição de 12/11/10), página 8, um artigo sobre o INSTITUTO DA INTELIGÊNCIA a partir de uma entrevista que dei à jornalista Erika Nunes.Presente em 8 cidades portuguesas e 9 países, o nosso instituto é uma entidade que produz, partilha e fornece Conhecimento e Know-how nas áreas da Saúde (incluindo Psicologia), Ciências da Educação e Gestão da Inteligência e Inovação.
EM CHAVES, COM PAIS E PROFESSORES!
Informe-se mais em geral@institutodainteligencia.net.
PALAVRA-CHAVE: intuição!
A intuição é um elemento que entra em quase todas as tomadas de decisão, mesmo nas mais complexas. Mais: a sua importância é tal que um dos seus estudiosos recebeu o prémio Nobel devido a seu trabalho sobre a intuição nas tomadas de decisão (trata-se de Herbert A. Simon, Nobel de Economia, em 1978).
Há autores que nos aconselham a seguir mais as intuições do que a lógica dos raciocínios ponderados. Arriscado confiar assim tanto na intuição? Depende da cada caso e depende das pessoas já que a natureza e a segurança da intuição variam de pessoa para pessoa. De facto, há pessoas bastante intuitivas enquanto outras são um desastre (as suas intuições não são de confiar)....
Leia o resto do meu artigo aqui:
http://www.administradores.com.br/informe-se/artigos/palavra-chave-intuicao/48834/
Há autores que nos aconselham a seguir mais as intuições do que a lógica dos raciocínios ponderados. Arriscado confiar assim tanto na intuição? Depende da cada caso e depende das pessoas já que a natureza e a segurança da intuição variam de pessoa para pessoa. De facto, há pessoas bastante intuitivas enquanto outras são um desastre (as suas intuições não são de confiar)....
Leia o resto do meu artigo aqui:
http://www.administradores.com.br/informe-se/artigos/palavra-chave-intuicao/48834/
Universidade do Futuro: o projecto!
A UNIFUTURO será uma escola de ensino superior especializado em áreas das Ciências Sociais e Humanas. Estará vocacionada para o fornecimento de cursos de pós-graduação, especialização, formação contínua, congressos, seminários e outros eventos.
Terá um corpo docente constituído por professores e formadores de várias nacionalidades e integrará um Centro de Investigação do Instituto da Inteligência.
A UNIFUTURO, sendo uma iniciativa privada de âmbito internacional, tem como parceiros diversas instituições nacionais e estrangeiras, nomeadamente universidades e vários organismos públicos.
A UNIFUTURO tem como ambição tornar-se numa das melhores escolas europeias da sua especialidade.
O CASO DOS ESQUERDINOS
Entrevista à Agência LUSA (resumo):
Um estudo publicado na revista Neuropsychology sugere que os canhotos pensam mais rápido do que os destros, mas especialistas portugueses apontam que faltam mais estudos que comprovem essa teoria, apesar de haver a percepção de que muitos sobredotados são esquerdinos.
O estudo, publicado na revista Neuropsychology, da Associação Americana de Psicologia, indica que os canhotos são mais rápidos no processamento de múltiplos estímulos cerebrais do que os destros. O neuropsicólogo e membro do Instituto da Inteligência Nelson Lima explicou que essa teoria pode ser verdadeira, mas sublinhou que "varia de caso para caso porque cada pessoa tem uma estrutura cerebral e um funcionamento muito particular".
Ler a entrevista em:
GOOGLE NEWS:
http://news.google.com/news/search?cf=all&ned=pt-PT_pt&hl=pt-PT&q=Nelson+Lima
DIÁRIO DE NOTÍCIAS:
http://dn.sapo.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=1640039
Um estudo publicado na revista Neuropsychology sugere que os canhotos pensam mais rápido do que os destros, mas especialistas portugueses apontam que faltam mais estudos que comprovem essa teoria, apesar de haver a percepção de que muitos sobredotados são esquerdinos.
O estudo, publicado na revista Neuropsychology, da Associação Americana de Psicologia, indica que os canhotos são mais rápidos no processamento de múltiplos estímulos cerebrais do que os destros. O neuropsicólogo e membro do Instituto da Inteligência Nelson Lima explicou que essa teoria pode ser verdadeira, mas sublinhou que "varia de caso para caso porque cada pessoa tem uma estrutura cerebral e um funcionamento muito particular".
Ler a entrevista em:
GOOGLE NEWS:
http://news.google.com/news/search?cf=all&ned=pt-PT_pt&hl=pt-PT&q=Nelson+Lima
DIÁRIO DE NOTÍCIAS:
http://dn.sapo.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=1640039
Entrevista à FOCUS (revista semanal)
O tema da minha entrevista: o "sexto sentido".
Resumo: o sexto sentido é, na linguagem comum, o equivalente a intuição, premonição, precognição ou pressentimento embora, na essência, cada um destes termos signifiquem fenómenos "psi" distintos . Funcionalmente, o sexto sentido não age como a visão ou a audição. Ele está mais próximo da premonição que se parece mais com uma sensação do que com um sentido.É a sensação de que algo vai acontecer ou pode acontecer. Relaciona-se também com possibilidades. Para compreendermos o sexto sentido temos de nos lembrar que o cérebro é multifuncional, multifocal e processa informação recorrendo a diferentes fontes a maioria das quais com origem em níveis não conscientes. O sexto sentido é também menos cognitivo e mais emocional e instintivo. É um produto da evolução e é tão antigo como a espécie humana e parece existir em outros mamíferos. Hoje em dia é estudado em laboratórios de várias universidades famosas.
Resumo: o sexto sentido é, na linguagem comum, o equivalente a intuição, premonição, precognição ou pressentimento embora, na essência, cada um destes termos signifiquem fenómenos "psi" distintos . Funcionalmente, o sexto sentido não age como a visão ou a audição. Ele está mais próximo da premonição que se parece mais com uma sensação do que com um sentido.É a sensação de que algo vai acontecer ou pode acontecer. Relaciona-se também com possibilidades. Para compreendermos o sexto sentido temos de nos lembrar que o cérebro é multifuncional, multifocal e processa informação recorrendo a diferentes fontes a maioria das quais com origem em níveis não conscientes. O sexto sentido é também menos cognitivo e mais emocional e instintivo. É um produto da evolução e é tão antigo como a espécie humana e parece existir em outros mamíferos. Hoje em dia é estudado em laboratórios de várias universidades famosas.
Findou uma época.
Vivemos numa época difícil da Humanidade. Mais do que em qualquer outro tempo da história humana, este momento que atravessamos é particularmente inquietante. Na verdade, estamos bem no centro de uma encruzilhada onde ideias, convicções, modelos e certezas do passado se misturam com novos elementos, conceitos e valores de uma sociedade em acelerada transformação.
Muitas pessoas (até mesmo políticos e homens de negócios!) ainda não se aperceberam como o mundo se modificou nos últimos 10 ou 15 anos e como isso começou a afectar as suas vidas. Outras, desorientadas, não descortinando as novas referências por que devem reger-se, vivem angustiadas, com uma sensação de perigo entranhada na alma. Findou uma época.
A nova é carregada de complexidades, incertezas, imprevisibilidades, rápida mudança e ambiguidades. O seu anúncio já se fazia ecoar desde os anos 60 em obras como "O choque do futuro" de Alvin Toffler.
Habitamos um mundo onde coexistem dois paradigmas: o do materialismo tecnicista, fruto da idade fabril e tecnológica e o do novo espiritualismo que faz apelo à reconversão dos valores da serenidade e da sabedoria. Deste choque de ideologias e crenças resulta uma sociedade ainda compreensivelmente conturbada e confusa. Basta abrir um jornal diário para percebermos como está o mundo que nós próprios criámos ou aceitámos que fosse criado (pelos detentores do poder e das grandes escolhas que afectam a sociedade).
Crise financeira internacional, desemprego galopante em muitos países, inquietações políticas, discursos inflamados mas vazios de ideias, ódios desmedidos, consumismo idiota e sem nexo, a procura atabalhoada pelo sucesso rápido, o deslumbramento dos novos ricos (jogadores de futebol, vedetas do mundo do espectáculo, etc), a desorientação visível e a ingenuidade assustadora de muitos adolescentes e crianças. Os empregos tornaram-se precários e sê-lo-ão cada vez mais. As empresas já não oferecem garantias de emprego para sempre.
As aposentadorias já não podem ser uma interrupção, o fim de uma época da nossa vida. Os bons empregos já não são os de antigamente. Há novas profissões a germinar por esse mundo fora. A sociedade é outra. Não é pior que muitas outras épocas do que os nossos antepassados viveram. Mas não podemos permitir-nos viver como se tudo estivesse como dantes quando hoje tudo de desenrola e transforma muito rapidamente.
Não tenhamos ilusões! Vivemos a sociedade da informação e do conhecimento e isto não é apenas um nome bonito para uso dos economistas e dos políticos. Não.
Acorde! O mundo mudou mesmo!
Nós temos também de MUDAR. Mudar a nível pessoal. Temos de nos informar mais, ler mais, tentar compreender as novas regras da sociedade, manter-nos como cidadãos do mundo e não apenas como pessoas cujo horizonte finda na nossa rua ou nos limites da nossa cidade. De outra forma ficaremos mais e mais obsoletos sendo ultrapassados muito rapidamente pelos mais novos, pelos nossos próprios filhos.
Vivemos numa sociedade plena de oportunidades e possibilidades de realização. Temos, porém, de a compreender e como funciona. E de nos mantermos activos e envolvidos sem medo de nos assumirmos - cada um de nós - como agentes de mudança!
Muitas pessoas (até mesmo políticos e homens de negócios!) ainda não se aperceberam como o mundo se modificou nos últimos 10 ou 15 anos e como isso começou a afectar as suas vidas. Outras, desorientadas, não descortinando as novas referências por que devem reger-se, vivem angustiadas, com uma sensação de perigo entranhada na alma. Findou uma época.
A nova é carregada de complexidades, incertezas, imprevisibilidades, rápida mudança e ambiguidades. O seu anúncio já se fazia ecoar desde os anos 60 em obras como "O choque do futuro" de Alvin Toffler.
Habitamos um mundo onde coexistem dois paradigmas: o do materialismo tecnicista, fruto da idade fabril e tecnológica e o do novo espiritualismo que faz apelo à reconversão dos valores da serenidade e da sabedoria. Deste choque de ideologias e crenças resulta uma sociedade ainda compreensivelmente conturbada e confusa. Basta abrir um jornal diário para percebermos como está o mundo que nós próprios criámos ou aceitámos que fosse criado (pelos detentores do poder e das grandes escolhas que afectam a sociedade).
Crise financeira internacional, desemprego galopante em muitos países, inquietações políticas, discursos inflamados mas vazios de ideias, ódios desmedidos, consumismo idiota e sem nexo, a procura atabalhoada pelo sucesso rápido, o deslumbramento dos novos ricos (jogadores de futebol, vedetas do mundo do espectáculo, etc), a desorientação visível e a ingenuidade assustadora de muitos adolescentes e crianças. Os empregos tornaram-se precários e sê-lo-ão cada vez mais. As empresas já não oferecem garantias de emprego para sempre.
As aposentadorias já não podem ser uma interrupção, o fim de uma época da nossa vida. Os bons empregos já não são os de antigamente. Há novas profissões a germinar por esse mundo fora. A sociedade é outra. Não é pior que muitas outras épocas do que os nossos antepassados viveram. Mas não podemos permitir-nos viver como se tudo estivesse como dantes quando hoje tudo de desenrola e transforma muito rapidamente.
Não tenhamos ilusões! Vivemos a sociedade da informação e do conhecimento e isto não é apenas um nome bonito para uso dos economistas e dos políticos. Não.
Acorde! O mundo mudou mesmo!
Nós temos também de MUDAR. Mudar a nível pessoal. Temos de nos informar mais, ler mais, tentar compreender as novas regras da sociedade, manter-nos como cidadãos do mundo e não apenas como pessoas cujo horizonte finda na nossa rua ou nos limites da nossa cidade. De outra forma ficaremos mais e mais obsoletos sendo ultrapassados muito rapidamente pelos mais novos, pelos nossos próprios filhos.
Vivemos numa sociedade plena de oportunidades e possibilidades de realização. Temos, porém, de a compreender e como funciona. E de nos mantermos activos e envolvidos sem medo de nos assumirmos - cada um de nós - como agentes de mudança!
Notícias diversas
Sexta-feira, Abril 16, 2010
Psicologia do consumo (entrevista à revista ANA)
Revista ANA: Como funciona o cérebro do comprador, que estratégias são utilizadas?
Instituto da Inteligência (Nelson S Lima): "As nossas escolhas são multifocais mas podem ser divididas em três tipos: instintivas, emocionais e racionais. Em boa verdade, todo o acto de compra envolve pelo menos dois destes tipos de escolhas sendo certo que a emocional está sempre presente com maior ou menor consciência por parte da pessoa. O cérebro é apenas um executor das decisões mentais pois, em última instância, somos nós e não o cérebro, quem realmente faz compras. Claro que no cérebro há substâncias químicas estimuladoras (neurotransmissores) que promovem as decisões de compra e que nos colocam, por vezes, no dilema de "compro ou não compro" - situação que nos impede, quase sempre, de sermos totalmente lógicos. As emoções de prazer jogam por antecipação e acabámos muitas vezes por decidir com base em expectativas que satisfaçam as nossas diferentes necessidades (objectivas e subjectivas)".
Extraído da entrevista por mim concedida à revista feminina "ANA" sobre consumo e comportamentos.
VI Encontro da ACAIS.
Envelhecimento: uma abordagem psicológica.
Realizou-se em S. João da Madeira, no dia 12 de Abril de 2010, com diversos especialistas de psicologia e psiquiatria.
Resumo da intervenção do Instituto da Inteligência, a meu cargo:
"Com o avançar da idade, o organismo desgasta-se. A esse processo chamamos envelhecimento. O envelhecimento, porém, não é um fenómeno uniforme e regular. Não é uniforme porque o corpo não envelhece todo ele ao mesmo ritmo. E não é regular porque cada órgão e cada sistema - nervoso, imunitário, digestivo, respiratório, etc. - envelhece de forma muito própria. Podemos ter o coração em excelente forma e a pele envelhecida. Podemos ouvir menos mas ter um raciocínio jovem. Podemos ter uma excelente memória para algumas coisas e ter dificuldade noutras. Não é um jogo do acaso mas o resultado da forma como governamos a nossa vida.
(...) Sentados num sofá morreremos de doença 10 a 15 anos antes do prazo de tempo que poderíamos viver saudavelmente. Tudo se resume a escolhas e comportamentos.
Por isso, os pensamentos têm um enorme poder sobre a saúde do organismo e muito em especial a do cérebro pois ele está ligado a todo o corpo - e em especial ao sistema imunitário - através de muitos milhões de células do sistema nervoso. Assim, uma mente aberta, positiva, esperançosa e activa espalha energia por todo o corpo e beneficia o próprio cérebro.
O envelhecimento deixa então de ser uma fatalidade para se tornar num tempo de novas vivências e novos desafios. Isso vai também reduzir ou eliminar os sentimentos de solidão, depressão e angústia tantas vezes associados ao envelhecimento. E porque as emoções não envelhecem podemos então descobrir novas alegrias e motivos para viver mais e melhor".
Psicologia do consumo (entrevista à revista ANA)
Revista ANA: Como funciona o cérebro do comprador, que estratégias são utilizadas?
Instituto da Inteligência (Nelson S Lima): "As nossas escolhas são multifocais mas podem ser divididas em três tipos: instintivas, emocionais e racionais. Em boa verdade, todo o acto de compra envolve pelo menos dois destes tipos de escolhas sendo certo que a emocional está sempre presente com maior ou menor consciência por parte da pessoa. O cérebro é apenas um executor das decisões mentais pois, em última instância, somos nós e não o cérebro, quem realmente faz compras. Claro que no cérebro há substâncias químicas estimuladoras (neurotransmissores) que promovem as decisões de compra e que nos colocam, por vezes, no dilema de "compro ou não compro" - situação que nos impede, quase sempre, de sermos totalmente lógicos. As emoções de prazer jogam por antecipação e acabámos muitas vezes por decidir com base em expectativas que satisfaçam as nossas diferentes necessidades (objectivas e subjectivas)".
Extraído da entrevista por mim concedida à revista feminina "ANA" sobre consumo e comportamentos.
VI Encontro da ACAIS.
Envelhecimento: uma abordagem psicológica.
Realizou-se em S. João da Madeira, no dia 12 de Abril de 2010, com diversos especialistas de psicologia e psiquiatria.
Resumo da intervenção do Instituto da Inteligência, a meu cargo:
"Com o avançar da idade, o organismo desgasta-se. A esse processo chamamos envelhecimento. O envelhecimento, porém, não é um fenómeno uniforme e regular. Não é uniforme porque o corpo não envelhece todo ele ao mesmo ritmo. E não é regular porque cada órgão e cada sistema - nervoso, imunitário, digestivo, respiratório, etc. - envelhece de forma muito própria. Podemos ter o coração em excelente forma e a pele envelhecida. Podemos ouvir menos mas ter um raciocínio jovem. Podemos ter uma excelente memória para algumas coisas e ter dificuldade noutras. Não é um jogo do acaso mas o resultado da forma como governamos a nossa vida.
(...) Sentados num sofá morreremos de doença 10 a 15 anos antes do prazo de tempo que poderíamos viver saudavelmente. Tudo se resume a escolhas e comportamentos.
Por isso, os pensamentos têm um enorme poder sobre a saúde do organismo e muito em especial a do cérebro pois ele está ligado a todo o corpo - e em especial ao sistema imunitário - através de muitos milhões de células do sistema nervoso. Assim, uma mente aberta, positiva, esperançosa e activa espalha energia por todo o corpo e beneficia o próprio cérebro.
O envelhecimento deixa então de ser uma fatalidade para se tornar num tempo de novas vivências e novos desafios. Isso vai também reduzir ou eliminar os sentimentos de solidão, depressão e angústia tantas vezes associados ao envelhecimento. E porque as emoções não envelhecem podemos então descobrir novas alegrias e motivos para viver mais e melhor".
Colaboração com a revista HAPPY WOMAN
Já saiu a edição de Fevereiro 2010 da revista HAPPY WOMAN (a foto mostra ainda a capa de Janeiro).Nas páginas 184 a 186 fala-se sobre crianças sobredotadas e seus problemas de integração escolar. São relatados alguns casos, com o testemenunho directo de vários pais.
O Instituto da Inteligência, uma vez mais, foi chamado a colaborar. Para quem quiser, há lá uma lista de dicas que recolhi nos nossos serviços de psicologia.
Para saber mais sobre estas crianças entre em www.academiadesobredotados.com
No SETI Institute
Dado que estou a estudar Astrobiopsicologia inscrevi-me no SETI Institute (instituto de pesquisa de vida extraterrestre que conta com patrocinadores como a NASA, o Department of Energy dos USA, o Jet Propulsion Laboratory (JPL), a International Astronomical Union , a Universities Space Research Association (USRA), a Hewlett Packard Company e outras instituições).
Minha entrevista (hoje) à revista ELLE
Foram 17 perguntas da jornalista Sandra Gato. Esta foi a última:

ELLE: Pode fazer-me um resumo breve do livro que vai publicar em breve?
Respondi: O meu livro fala de tudo isto (a mente humana) e dá sugestões. Aborda temas como a “mente instintiva”, a “mente emocional”, “os códigos da felicidade”, os “níveis de desenvolvimento pessoal” a que cada um de nós pode ascender, etc. É um livro prático que também tenta diluir alguns dos enigmas da vida como a “consciência” e o “espírito”. Inclui a uma breve história da mente humana (recuando 2 a 4 milhões de anos) e uma projecção do seu futuro (para daqui a 100, 1000 ou 1 milhão de anos). Acredito que será um livro muito interessante e para todos os públicos.
Respondi: O meu livro fala de tudo isto (a mente humana) e dá sugestões. Aborda temas como a “mente instintiva”, a “mente emocional”, “os códigos da felicidade”, os “níveis de desenvolvimento pessoal” a que cada um de nós pode ascender, etc. É um livro prático que também tenta diluir alguns dos enigmas da vida como a “consciência” e o “espírito”. Inclui a uma breve história da mente humana (recuando 2 a 4 milhões de anos) e uma projecção do seu futuro (para daqui a 100, 1000 ou 1 milhão de anos). Acredito que será um livro muito interessante e para todos os públicos.
A entrevista será publicada numa das próximas edições da ELLE.
Minha entrevista ao jornal " i "
O jornal " i " publicou, na sua edição do fim-de-semana de 23/24 de Janeiro, e inserido na revista "nós", um trabalho da jornalista Ana Catarina Ferreira intitulado "Príncipe ou Ditador?". O tema foi sobre os filhos únicos.Segundo o Instituto Nacional de Estatística existem, em Portugal, 600 mil famílias que têm apenas um filho (por comparação veja-se a diferença: existem 134 mil famílias com três filhos).
Educação, personalidade e comportamento dos filhos únicos são as questões centrais deste trabalho jornalístico em que participei juntamente com a psicóloga Ana Pina Martins do Instituto Superior de Psicologia Aplicada (ISPA) e uma mãe norte-americana, Carolyn White, gestora do site http://www.onlychild.com/ (nos Estados Unidos é de 23% a percentagem de mulheres com apenas um filho).
Para ler nas páginas 30 e 31 do suplemento "nós" do jornal " i " (http://www.ionline.pt/).
Para aceder à minha entrevista (integral) visite http://www.academiadepais.blogspot.com/ (infoblog de PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO).
Capital humano? E o psicológico?
O tão badalado e reconhecido capital humano só tem validade se se levar em consideração e valorizar o capital intelectual e o capital psicológico.
Infelizmente, tem-se dado importância ao conhecimento (daí o valor do capital intelectual das organizações) sem se levar em conta que este de nada serve se o colaborador se sentir desmotivado, inseguro e infeliz no emprego. Ele pode ser o mais genial dos executivos ou o mais eficiente trabalhador da fábrica mas aquilo que irá disponibilizar ou inibir o seu capital de saber e experiência será o seu estado emocional, ou seja, se psicologicamente estiver entusiasmado, motivado, otimista e feliz com o seu emprego, seus patrões e o ambiente humano que vigore em sua equipa.
Não se entusiasmem muito as organizações por recrutarem os melhores talentos! Isso de nada vale se esses talentos não estiverem felizes, não se sentirem livres para pensar, criar e decidir, não se sentirem reconhecidos.
Muitos fracassos empresariais não decorrem da falta de clientes (de mercado) ou da falta de recursos materiais mas sim da falta de IDEIAS, ENERGIA PSICOLÓGICA, ESPÍRITO DE EQUIPA, VONTADE DE VENCER, CONFIANÇA NO FUTURO e muito mais.
O mundo está em transformação mas as pessoas também. Elas podem estar num emprego por falta de alternativas mesmo sofrendo maus ambientes; mas tão pronto encontrem uma empresa que lhes ofereça um ambiente estimulante de trabalho elas vão embora. A coisa pode ficar preta se ela for para uma empresa concorrente pois levará seus conhecimentos e informações que poderão prejudicar a empresa que a deixou escapar por falta de uma psicologia positiva em seu trabalho anterior.
Que se cuidem as empresas pois as pessoas estarão cada vez menos dispostas a aceitarem administradores obtusos, idiotas, ignorantes e insensíveis. E há muitos dessa raça mesmo que em seus gabinetes exibam orgulhosamente bonitos diplomas de liderança!
Infelizmente, tem-se dado importância ao conhecimento (daí o valor do capital intelectual das organizações) sem se levar em conta que este de nada serve se o colaborador se sentir desmotivado, inseguro e infeliz no emprego. Ele pode ser o mais genial dos executivos ou o mais eficiente trabalhador da fábrica mas aquilo que irá disponibilizar ou inibir o seu capital de saber e experiência será o seu estado emocional, ou seja, se psicologicamente estiver entusiasmado, motivado, otimista e feliz com o seu emprego, seus patrões e o ambiente humano que vigore em sua equipa.
Não se entusiasmem muito as organizações por recrutarem os melhores talentos! Isso de nada vale se esses talentos não estiverem felizes, não se sentirem livres para pensar, criar e decidir, não se sentirem reconhecidos.
Muitos fracassos empresariais não decorrem da falta de clientes (de mercado) ou da falta de recursos materiais mas sim da falta de IDEIAS, ENERGIA PSICOLÓGICA, ESPÍRITO DE EQUIPA, VONTADE DE VENCER, CONFIANÇA NO FUTURO e muito mais.
O mundo está em transformação mas as pessoas também. Elas podem estar num emprego por falta de alternativas mesmo sofrendo maus ambientes; mas tão pronto encontrem uma empresa que lhes ofereça um ambiente estimulante de trabalho elas vão embora. A coisa pode ficar preta se ela for para uma empresa concorrente pois levará seus conhecimentos e informações que poderão prejudicar a empresa que a deixou escapar por falta de uma psicologia positiva em seu trabalho anterior.
Que se cuidem as empresas pois as pessoas estarão cada vez menos dispostas a aceitarem administradores obtusos, idiotas, ignorantes e insensíveis. E há muitos dessa raça mesmo que em seus gabinetes exibam orgulhosamente bonitos diplomas de liderança!
Neuróbica: estimulação do cérebro
A neuróbica - criada por Lawrence C. Katz, professor de neurobiologia na Duke University e investigador no Howard Hughes Medical Institute - tornou-se numa disciplina obrigatória para quem deseja estimular diferentes funções neurológicas visando uma prestação mental e comportamental mais próxima do nível óptimo da inteligência. Dirgida a todos os públicos que desejem a manutenção da saúde do sistema nervoso, a flexibilidade mental e a longevidade cerebral, a neuróbica tem agora, no Porto, um centro especializado dirigido pela minha colega e neuropsicóloga clínica Patrícia Moreira, do Instituto da Inteligência.
Centro de Psicologia Positiva de Aveiro
Inaugurou-se no dia 17 de Outubro de 2009, o primeiro Centro de Psicologia Positiva do Instituto da Inteligência. Este Centro regional trabalhará o distrito de Aveiro no fornecimento de actividades de promoção da psicologia positiva junto de diversos segmentos de mercado.
A psicologia positiva aposta no capital psicológico (recursos e potencialidades) de pessoas, equipas e organizações.
A psicologia positiva aposta no capital psicológico (recursos e potencialidades) de pessoas, equipas e organizações.
A rede social destes centros é www.sejafeliz.ning.com.
Sócio-fundador do MITI
Estou muito feliz por ser sócio-fundador do Museu de Informática e Tecnologia da Informação, criado na dinâmica cidade de S.Paulo (Brasil).
RECEITA BACANA PARA O CÉREBRO
Alguém me perguntou (foi no "Acabra"Jornal Universitário de Coimbra): o que é ter o cérebro cansado? Pergunta curiosa. Mas o que é um cérebro cansado? É um cérebro esgotado? Um cérebro stressado? Obviamente, depende do uso que se fizer da "máquina". Frequentemente, o problema está nos maus tratos que recebe em idades tipicamente críticas. Se na velhice o problema está (quase sempre) directamente relacionado com a quantidade de rugas no rosto (os neurónios vão-se desligando), nas idades mais jovens aquilo que geralmente se encontra são casos de esgotamento e de stress. Também se pode sentir o cérebro exausto devido a patologias como a depressão e outras doenças. Mas isso é outra história.Como órgão altamente dinâmico que é, o cérebro é muito solicitado: desde logo para nos fazer sentir que existimos e que o Mundo também se move, para nos obrigar a pensar (uma tramóia do destino humano) e tudo o mais que se sabe acerca do produto em causa. Também é um órgão divertido: tem o seu lado sexy e atrevido (é lá que estão os centros da emoção, do amor e dos apetites, onde se destaca o tão propalado apetite sexual) e uma pitada de loucura (ou não fosse ele, também, um produtor imaginativo permitindo-nos sonhar, criar, seduzir, ludibriar, mentir, e outras maquinações susceptíveis de derrubar impérios e que têm ajudado a escrever a História).
Para que o cérebro fique cansado é preciso prepará-lo. Como tudo na vida, nada acontece por acaso. A receita é acessível: primeiro, é preciso ter um cérebro disponível e vivo (os cérebros mortos também são úteis, mas geralmente apenas nas morgues e nas aulas de Medicina); segundo, não lhe dar exagerada importância para não nos stressarmos a pensar que o temos encaixado na cabeça (afinal, um cérebro é um pedaço de massa esponjosa pesando entre 1,3 kg e 2,0 kgs); terceiro, trazê-lo sempre connosco pois pode fazer-nos falta em qualquer momento (às vezes, perdemos a cabeça, não é?); quarto: adquirir os ingredientes fundamentais para o preparo tais como tabaco, toxinas, colesterol, álcool e outras especiarias do género e de fácil aquisição em qualquer esquina; quinto: juntar tudo e mexer bem acrescentando mais uns tesouros da boa vida tais como uma carrada de sono crónico e uma pressão arterial picantemente elevada.
Depois, como em qualquer matéria culinária, deixar que a massa atinja o seu ponto crítico: neste caso, esperar umas semanas até sentirmos uma sensação de pedrada, confusão e, sobretudo, darmos conta que o cérebro, afinal, pesa não um ou dois quilos mas, no mínimo, uma tonelada. O transe está garantido. É certo que é uma espécie de "estado zen" invertido mas o cansaço é isso mesmo.
Cada um serve-se da quantidade que achar mais ajustada aos seus interesses (andar sempre a bocejar; adormecer em qualquer sítio; esquecer-se do que anda a fazer na vida; perder a cabeça por dá cá aquela palha; entrar em ebulição à mínima frustração ou à mínima contrariedade; descobrir - se for capaz - que o estado "zen invertido" justifica uma estadia num SPA, etc.).
Cérebro: um órgão decisivo para a qualidade de vida pois é dele que flui essa energia fantástica que é a mente. Essa sim, merecedora de uma Semana Internacional para a celebrar.
Empreendedorismo: uma traço de personalidade?
Muito se tem escrito sobre empreendedorismo! Aliás, o empreendedorismo é daqueles temas que começam a tornar-se aborrecidos de tanto se falar deles: nos livros, nos seminários, nas universidades.
O problema decorre do facto das organizações (e das nações) necessitarem de empreendedores. Mais do que nunca.
Felizmente, sempre os houve ao longo da história humana. Até acredito que o primeiro empreendedor foi um qualquer sujeito anónimo que, há uns milhões de anos atrás, pegou na família em África e avançou para outras terras dando início ao povoamento de todo o Planeta. Foi desde então que nunca mais parámos e até já visitámos a Lua. Entre um acontecimento e outro decorreram milhões de anos de aventura, acção, iniciativa, criação e progresso, enfim, de empreendedorismo em todas as frentes.
O empreendedor nasceu por essa ocasião. Não está documentado mas deve ter sido impulsionado por qualquer pensamento do gênero: "Temos de fazer isto. Vamos!". E os outros o seguiram.
O que é empreender?Desde então o empreendedorismo se tornou numa carateristica humana que estará inscrita nos genes (não sei, talvez) pois se parece com um traço de personalidade que, todavia, está distribuido de forma aleatória pela população. De facto, parece haver gente que não o possui.
Quer isto dizer que o empreendedorismo é algo que está na mente. Onde exactamente? Na inteligência? Não me parece. Na memória? Também não. Então onde está alojado? Talvez na totalidade da pessoa! E está sempre lá? Parece que não!
O empreendedor não é apenas um sujeito com um determinado tipo de personalidade. Há diferentes tipos e em todos pode caber uma mente empreendedora. Logo, o espírito empreendedor reside no todo da pessoa pois a mente não é algo que esteja apenas encerrada nos limites da cabeça!
O problema decorre do facto das organizações (e das nações) necessitarem de empreendedores. Mais do que nunca.
Felizmente, sempre os houve ao longo da história humana. Até acredito que o primeiro empreendedor foi um qualquer sujeito anónimo que, há uns milhões de anos atrás, pegou na família em África e avançou para outras terras dando início ao povoamento de todo o Planeta. Foi desde então que nunca mais parámos e até já visitámos a Lua. Entre um acontecimento e outro decorreram milhões de anos de aventura, acção, iniciativa, criação e progresso, enfim, de empreendedorismo em todas as frentes.
O empreendedor nasceu por essa ocasião. Não está documentado mas deve ter sido impulsionado por qualquer pensamento do gênero: "Temos de fazer isto. Vamos!". E os outros o seguiram.
O que é empreender?Desde então o empreendedorismo se tornou numa carateristica humana que estará inscrita nos genes (não sei, talvez) pois se parece com um traço de personalidade que, todavia, está distribuido de forma aleatória pela população. De facto, parece haver gente que não o possui.
Quer isto dizer que o empreendedorismo é algo que está na mente. Onde exactamente? Na inteligência? Não me parece. Na memória? Também não. Então onde está alojado? Talvez na totalidade da pessoa! E está sempre lá? Parece que não!
O empreendedor não é apenas um sujeito com um determinado tipo de personalidade. Há diferentes tipos e em todos pode caber uma mente empreendedora. Logo, o espírito empreendedor reside no todo da pessoa pois a mente não é algo que esteja apenas encerrada nos limites da cabeça!
Psicologia & Saúde: entrevista à VOGUE
Dei hoje (14/07/09) uma entrevista à VOGUE, a mais prestigiada entrevista de moda do mundo. O tema foi Psicologia, Saúde e Sociedade e será brevemente publicado. Jornalista: Rosário Castro.DEBATE NO RÁDIO CLUBE PORTUGUÊS
Hoje (14/07/09), entre as 11h00 e as 11h30, no Rádio Clube Português estive num debate sobre Genes, Inteligência, Comportamento e Sucesso.
Psicologia Positiva: qual é a sua visão da vida?
Nunca a sociedade humana viveu tempos tão interessantes como actualmente! Há cada vez mais pessoas na Terra, as cidades fervilham de vida, a tecnologia oferece-nos cada vez mais conforto e qualidade de vida (na medicina, por exemplo) e o conhecimento nunca foi tão avançado! Esta é uma visão positiva da vida. Não é uma ilusão, muito menos uma alucinação.Mas também podemos ter uma visão diferente sobre as mesmas coisas. As cidades crescem mas estão cada vez mais inseguras e com muitas bolsas de pobreza em muitas regiões do mundo e a tecnologia também trouxe problemas: poluição, desemprego, stress, armas muito perigosas, etc. Esta é uma visão mais negativa pois incide apenas sobre os efeitos secundários do progresso.
Não obstante, a vida no mundo de hoje é assim mesmo. Tem muitas coisas boas. Por exemplo, a medicina já venceu muitas doenças, vive-se muito mais tempo (sabe que há uns mil anos a média de esperança de vida era de apenas 18 anos porque a mortalidade infantil era elevadíssima, havia grandes epidemias e morria-se facilmente de qualquer doença hoje vulgar?).
Temos também coisas muito más, aterradoras. Ou não fossemos seres humanos, ainda muito primitivos em termos emocionais e comportamentais. O ódio, a raiva, a inveja e o egoísmo ainda fazem lei e destroem muitas vidas. Como escreve o autor best-seller e meu velho amigo o psiquiatra Augusto Cury, avançamos na ciência mas ainda somos seres pouco desenvolvidos no que respeita à prática da verdadeira humanidade.
Seja como for devemos ter uma visão realista de vida mas ao mesmo tempo positiva,oferecendo o nosso próprio contributo para que o mundo melhore. E esse contributo pessoal pode ser imenso. Veja: nós podemos melhorar a nossa cultura, pensar mais nos outros, ser mais solidários e humildes, cultivar a inteligência, educar bem as nossas crianças, cuidar dos indefesos, ajudar a manter as nossas cidades limpas...Tantas coisas e tão boas nós podemos fazer!
O nosso espaço de manobra e de intervenção é ainda muito amplo. Não nos deixemos sufocar pelos nossos medos ou pelas inibições. Aprendamos a cultivar uma mentalidade aberta, a ter uma visão alargada da vida e do mundo. Devemos entender que não somos apenas cidadãos de uma pequena ou de uma grande cidade. Não importa. Acima de tudo somos cidadãos do mundo, habitantes deste maravilhoso planeta azul e brilhante onde não faltam oportunidades para fazermos uso dos nossos recursos fundamentais: a capacidade de amar, a capacidade de pensar, a capacidade de aprender e a capacidade de julgar!
Inteligência plena: uma questão de sobrevivência!

Num mundo ao ritmo da "wikinomia (*) é altura de pensarmos em como melhorar a nossa própria performance.
Em 2000, o reputado professor de psicologia Robert Sternberg, em colaboração com Elena Grigorenko, lançaram um pequeno manual cujo título em português a Editora Artmed (Brasil) cunhou de Inteligência Plena. Embora fosse escrito a pensar na valorização da inteligência na escola e tivesse como alvos, por conseguinte, os professores, o livro é uma obra prática que nos ensina (a todos) a desenvolver a totalidade da inteligência.
Sternberg chama de inteligência plena ao conjunto das capacidades de pensamento analítico, criativo e prático que se observa nas pessoas bem-sucedidas. Ela envolve então:
a) O conjunto das capacidades necessárias para podermos atingir o sucesso na vida.
b) A capacidade de reconhecermos e aproveitarmos ao máximo as nossas aptidões e talentos.
c) A capacidade de reconhecermos e de compensarmos (ou corrigirmos) os nossos pontos fracos.
d) A capacidade de nos adaptarmos a, modificarmos e seleccionarmos ambientes ajustando o nosso pensamento ou comportamento para uma melhor adequação ao ambiente em que estivermos a actuar, ou então escolhermos um novos ambiente.
A inteligência plena exige capacidade analítica. Isto tem a ver com a capacidade de observação, atenção, avaliação e comparação. A capacidade criativa envolve o pensamento divergente, a inventividade e a descoberta. Finalmente, a capacidade prática é a execução, aplicando aquilo que se sabe. É óbvio que neste conceito está implícita a capacidade de relacionamento com os outros (inteligência relacional, interpessoal ou social).
Nos ambientes de trabalho a capacidade menos valorizada e treinada é a criativa. Tal como na escola. Mas a criatividade pode ser fomentada nas empresas através da formação, da provocação e da própria criação de condições que desafiem a imaginação criadora de todos.
(*) Sobre a WIKINOMIA:
A "wikinomia" assenta num princípio antigo: o da colaboração entre as pessoas para alcançarem, juntas, o êxito na conquista dos objectivos que comunguem. Mas a "wikinomia" é um conceito moderno, nascido já no século XXI. Ele diz respeito à colaboração em massa através das novas infraestruturas tecnológicas de comunicação interpessoal.
Um simples exemplo: no momento em que escrevo este post dezenas de milhões de pessoas e organizações em todo o mundo partilham notícias, informações e opiniões na blogosfera (uma rede auto-organizada de mais de 50 milhões de sitios onde alguns dos maiores blogues recebem meio milhão de visitas por dia (!), rivalizando com muitos jornais).
Mas não são apenas ideias, opiniões e notícias que são trocadas na internet. O conhecimento é também partilhado assim como transacções comerciais, acções de solidariedade, etc.
Há pois toda uma rede inteligente que ultrapassa a mera estrutura tecnológica que lhe serve de base: é uma verdadeira infosfera que liga os seres humanos, os quais, dessa forma, estão a partilhar a sua inteligência, conhecimentos, informações e ideias!
Esta ligação em rede pode mudar a inteligência de uma empresa fazendo com que o conhecimento colectivo se apoie na resolução de problemas e na inovação. "É, assim, uma era de imensas promessas inovadoras e de oportunidades inimagináveis" (in Wikinomics).
A ampla abertura da comunicação interpessoal que a internet e as outras tecnologias nos proporcionam vão obrigar as empresas a adoptar uma nova postura face aos mercados. Jamais poderão abrigar-se dentro das paredes das fábricas e dos escritórios como era comum antigamente. Elas têm de ser agora transparentes e, em definitivo, estabelecerem novas formas de relacionamento com os seus públicos (internos e externos). A empresa tradicional, fechada sobre si mesma, já não tem mais ar para respirar. Morrerá sufocada se não se abrir para o mundo.Os riscos de uma mudança radical são elevados. Mas as vantagens são muito mais prometedoras.
Inteligência de Risco: prepare-se!
Segundo o relatório Strategic Business Risk: The Top 10 Risks for Global Business o mundo enfrenta actualmente os seguintes riscos.
1 - Riscos regulatórios e de compliance
2 - Envelhecimento de consumidores e da força de trabalho
3 - Choques financeiros globais
4 - Mercados emergentes
5 - Consolidação/Transição industrial
6 - Choques de energia
7 - Execução de transações estratégicas
8 - Custos de inflação
9 - Radical Greening (pressões causadas pela crescente preocupação com questões ambientais)
10 - Migrações de procura dos consumidores
1 - Riscos regulatórios e de compliance
2 - Envelhecimento de consumidores e da força de trabalho
3 - Choques financeiros globais
4 - Mercados emergentes
5 - Consolidação/Transição industrial
6 - Choques de energia
7 - Execução de transações estratégicas
8 - Custos de inflação
9 - Radical Greening (pressões causadas pela crescente preocupação com questões ambientais)
10 - Migrações de procura dos consumidores
Como arruinar o cérebro!
Alguém me perguntou (foi o "Acabra"Jornal Universitário de Coimbra): o que é ter o cérebro cansado?Mas o que é um cérebro cansado? É um cérebro esgotado? Um cérebro stressado?Obviamente, depende do uso que se fizer da "máquina". Frequentemente, o problema está nos maus tratos que recebe em idades tipicamente críticas. Se na velhice o problema está (quase sempre) directamente relacionado com a quantidade de rugas no rosto (os neurónios vão-se desligando), nas idades mais jovens aquilo que geralmente se encontra são casos de esgotamento e de stress. Também se pode sentir o cérebro exausto devido a patologias como a depressão e outras doenças. Mas isso é outra história.
Como órgão altamente dinâmico que é, o cérebro é muito solicitado: desde logo para nos fazer sentir que existimos e que o Mundo também se move, para nos obrigar a pensar (uma tramóia do destino humano) e tudo o mais que se sabe acerca do produto em causa. Também é um órgão divertido: tem o seu lado sexy e atrevido (é lá que estão os centros da emoção, do amor e dos apetites, onde se destaca o tão propalado apetite sexual) e uma pitada de loucura (ou não fosse ele, também, um produtor imaginativo permitindo-nos sonhar, criar, seduzir, ludibriar, mentir, e outras maquinações susceptíveis de derrubar impérios e que têm ajudado a escrever a História).
Para que o cérebro fique cansado é preciso prepará-lo.
Como tudo na vida, nada acontece por acaso. A receita é acessível: primeiro, é preciso ter um cérebro disponível e vivo (os cérebros mortos também são úteis, mas geralmente apenas nas morgues e nas aulas de Medicina); segundo, não lhe dar exagerada importância para não nos stressarmos a pensar que o temos encaixado na cabeça (afinal, um cérebro é um pedaço de massa esponjosa pesando entre 1,3 kg e 2,0 kgs); terceiro, trazê-lo sempre connosco pois pode fazer-nos falta em qualquer momento; quarto: adquirir ingredientes fundamentais para o preparo tais como tabaco, toxinas, colesterol, álcool e outras especiarias do género e de fácil aquisição em qualquer esquina; quinto: juntar tudo e mexer bem acrescentando mais uns tesouros da boa vida tais como uma carrada de sono crónico e uma pressão arterial picantemente elevada.
Depois, como em qualquer matéria culinária, deixar que a massa atinja o seu ponto crítico: neste caso, esperar umas semanas até sentirmos uma sensação de pedrada, confusão e, sobretudo, darmos conta que o cérebro, afinal, pesa não um ou dois quilos mas, no mínimo, uma tonelada. O transe está garantido. É certo que é uma espécie de "estado zen" invertido mas o cansaço é isso mesmo. Cada um serve-se da quantidade que achar mais ajustada aos seus interesses (andar sempre a bocejar; adormecer em qualquer sítio; esquecer-se do que anda a fazer na vida; perder a cabeça por dá cá aquela palha; entrar em ebulição à mínima frustração ou à mínima contrariedade; descobrir - se for capaz - que o estado "zen invertido" justifica uma estadia num SPA, etc.).
Cérebro: um órgão decisivo para a qualidade de vida pois é dele que flui essa energia fantástica que é a mente. Essa sim, merecedora de uma Semana Internacional para a celebrar.
Entrevista à revista ELLE
Sobre a Felicidade. Como se conquista? Respondi:"Na paz interior, na conquista do equilíbrio das forças que nos orientam na vida, tal como o amor, a amizade, a auto-realização, o aproveitamento dos recursos pessoais (como a saúde, a inteligência, a asssertividade, a capacidade de aprender, etc.).
O consumismo excessivo destrói a simplicidade, fragiliza o Eu Pessoal, conduz à esterilidade dos sentimentos tornando as pessoas insensíveis e ao mesmo tempo obcecadas com a conquista de riquezas que ampliem o seu espólio de bens materiais. A esperança em encontrar a verdadeira felicidade por meio desse tipo de conquistas é uma ilusão, uma distorção da consciência que pode arrastar as pessoas para a solidão e a angústia existencial".
Brevemente, toda a entrevista nas páginas da revista ELLE.
O Poder Oculto do Inconsciente
Workshop sobre "O Poder Oculto do Inconsciente: na tomada de decisões e na produção de ideias inovadoras". Locais: Porto, Lisboa e São Paulo (Brasil).
Informe-se em geral@institutodainteligencia.net.
Informe-se em geral@institutodainteligencia.net.
Alerta Vermelho!
James Canton, presidente do Institute for Global Futures, escreveu:
"Todos precisamos de pensar no futuro de modo diferente: um futuro crivado pela mudança, pelo desafio, pelo risco. É uma nova espécie de futuro: não a marcha firme e penosa de progresso entre um momento e o seguinte, pontuada de breves explosões de inovação que caracteriza grande parte da História. (...) O futuro das nossas vidas, do nosso trabalho, dos nossos negócios - e, acima de tudo, o futuro do mundo - depende de adquirirmos um novo conhecimento sobre as mudanças vertiginosas que se estendem à nossa frente. Chamo-lhe "estar pronto para o futuro". (...) Aproximam-se mudanças extremas que designo como Futuro Radical: um futuro altamente dinâmico, disruptivo e multidimensional".
"Todos precisamos de pensar no futuro de modo diferente: um futuro crivado pela mudança, pelo desafio, pelo risco. É uma nova espécie de futuro: não a marcha firme e penosa de progresso entre um momento e o seguinte, pontuada de breves explosões de inovação que caracteriza grande parte da História. (...) O futuro das nossas vidas, do nosso trabalho, dos nossos negócios - e, acima de tudo, o futuro do mundo - depende de adquirirmos um novo conhecimento sobre as mudanças vertiginosas que se estendem à nossa frente. Chamo-lhe "estar pronto para o futuro". (...) Aproximam-se mudanças extremas que designo como Futuro Radical: um futuro altamente dinâmico, disruptivo e multidimensional".
Uma odisseia de talento inteligente!
A convite do Instituto Português da Juventude vou participar, como orador, no evento "Uma odisseia de talento inteligente" – tema do 1º Ciclo de Conversas sobre a Inteligência (CCI) que terá lugar no dia 6 e 13 de Maio de 2009, na cidade de Leiria.A organização do Ciclo de Conversas está a cargo do Instituto Português da Juventude (IPJ), em colaboração estreita com o Instituto Politécnico de Leiria.
A conferência será subordinada ao tema da inteligência, onde serão abordados temas de interesse público, como por exemplo: o papel e a importância da inteligência como veículo à felicidade; gerir o talento; a relação da inteligência com dois dos vectores mais importantes na evolução comunal: o empreendedorismo e a educação em particular a educação especial. O evento destina-se a toda a comunidade interessada destacando particular atenção no primeiro dia a uma comunidade laboral e estudantil dedicada à inteligência e educação especial e da educação ao longo da vida; no segundo dia de trabalhos à comunidade escolar-académica.
O evento será espartilhado entre dois dias:
dia 6 de Maio terá lugar no auditório do Instituto Português da Juventude com início dos trabalhos pelas 9h00;
o dia 13 do mesmo mês os trabalhos serão no Auditório 2 da Escola Superior de Educação e Ciências Sociais – IPL com início dos trabalhos pelas 9h00.
O Instituto Português da Juventude (IPJ) é um organismo da Administração Pública com autonomia administrativa tutelado pelo Secretário de Estado da Juventude e do Desporto.
Investir: razão e emoção!
Penso que investir é, geralmente, uma actividade de risco na medida em que trabalha com cenários de futuro e, como tal, isso implica lidar com numerosos factores imprecisos, a ambiguidade e a imprevisibilidade. O nível de risco aumenta quanto maior for o número de "actores" em jogo. Neste domínio, os factores de natureza pessoal que influenciam a forma como uma pessoa decide investir prendem-se sobretudo com a sua personalidade e a forma como a sua mente lida com a subjectividade e a incerteza. Factores biológicos (como o temperamento), psicológicos (como o estilo cognitivo) e culturais (como a educação) fazem com que cada investidor obedeça a um padrão de comportamento muito particular nas suas escolhas e tomadas de decisão.
Para ler todo o texto clique aqui >> Investir: razão e emoção!
Para ler todo o texto clique aqui >> Investir: razão e emoção!
Nova escola de administração
A minha representada na União Europeia, a Zigma Consulting Group (http://www.zigmacg.com/) acaba de lançar a KEY Management - Escola de Alta Administração, no Equador, em colaboração e com o aval da Universidade Tecnológica Equinoccial.
Inovação Empreendedora:a chave para a actual crise!
Com raras excepções, é devido à necessidade de resolver problemas que a nossa mente age em busca de soluções. Não havendo esse sentimento, ficamos embalados no conformismo e na acomodação das situações. E então nada acontece de novo.
A actual crise financeira internacional é também económica e envolve multiplos factores, alguns de natureza histórica.
Para saber mais, visite http://www.ogerente.com.br/ (Brasil) onde este meu artigo está publicado na íntegra.
Criatividade e Inovação Empresarial
Leia os meus textos no blog da comunidade MY INOVAÇÃO & MARKETING
A actual crise financeira internacional é também económica e envolve multiplos factores, alguns de natureza histórica.
Para saber mais, visite http://www.ogerente.com.br/ (Brasil) onde este meu artigo está publicado na íntegra.
Criatividade e Inovação Empresarial
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Palestra sobre ESTILOS DE VIDA E FELICIDADE

Por convite do Agrupamento Vertical de Escolas de Calendário (V.N.Famalicão), o Instituto da Inteligência realizou uma palestra sobre "Estilos de Vida e Felicidade", a qual teve lugar na Escola EB 2,3 Dr. Nuno Simões, no passado dia 18 de Fevereiro.
Nos últimos anos, a Felicidade tem sido um tema que é cada vez mais objecto de estudo. Agora também a Ciência se envolveu na tarefa de nos explicar que sentimento é esse. Os mais recentes e interessantes livros sobre a matéria provêm de investigadores universitários. A definição de Felicidade varia de pessoa para pessoa e de autor para autor. Para uns é um sentimento de realização, harmonia e integração. Para outros o resultado de conquistas e ambições. Os cientistas, como o biofísico Stefan Klein, defendem que se trata de um sentimento que abrange o bem-estar corporal, psíquico, social e espiritual.
Algumas pessoas agarram-se à esperança de que a inteligência será a nossa derradeira tábua de salvação porque, com ela, saberemos fazer melhores escolhas. Mas será assim? A verdade é que a inteligência não é garantia de Felicidade como não é de Sabedoria, Talento e Sucesso. A inteligência é apenas uma possibilidade em aberto, um recurso pessoal, uma potencialidade feita de emoções, sentimentos, pensamentos, memórias, sonhos, desejos, ambições.
Finalmente, qual é a importância da Educação neste processo? A Felicidade pode ser aprendida? Podemos ensinar às pessoas a Fórmula da Felicidade? Se essa fórmula existe porque não a ensinamos às crianças? Onde estamos a falhar? De que estamos à espera?
A palestra foi assistida por algumas dezenas de professores.
Preparado para INOVAR?
Você tem mais de 50 anos de idade? Então este artigo é mesmo para você! Você tem menos de 50 anos de idade? Humm...nesse caso, também é mesmo para você! Não acredita? Ora leia....
Muitas pessoas, à medida que se aproximam da meia década de vida, começam a ficar demasiado preocupadas com a idade e o natural envelhecimento. Algumas alteram, de imediato, o estilo de vida. Mudam de hábitos alimentares, correm para os ginásios, começam a praticar cicloturismo ou jogging, numa corrida contra o tempo na esperança de travarem os sinais da idade. Outras investem em operações plásticas para reduzirem e disfarçarem as marcas do tempo e dos excessos.
Ler o texto integral em My Inovação & Marketing. Link de acesso:
http://inovacaomarketing.ning.com/profiles/blogs/preparado-para-inovar
Muitas pessoas, à medida que se aproximam da meia década de vida, começam a ficar demasiado preocupadas com a idade e o natural envelhecimento. Algumas alteram, de imediato, o estilo de vida. Mudam de hábitos alimentares, correm para os ginásios, começam a praticar cicloturismo ou jogging, numa corrida contra o tempo na esperança de travarem os sinais da idade. Outras investem em operações plásticas para reduzirem e disfarçarem as marcas do tempo e dos excessos.
Ler o texto integral em My Inovação & Marketing. Link de acesso:
http://inovacaomarketing.ning.com/profiles/blogs/preparado-para-inovar
Aconteceu...
Onde escrevo regularmente...
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www.reddoms.com.br/ (Brasil)
Brevemente, leia os meus artigos em www.ogerente.com.br/ (Brasil)
E já pode ler os meus textos em http://www.idademaior.iol.pt/ (Portugal)

Leia também os meus artigos na revista electrónica Neurociências & Negócios (América Latina).
Parte da equipa de profissionais do Instituto da Inteligência (Portugal). Da esquerda para a direita: Dra Edna Jordão (psicóloga), Dra Sofia Carvalho (neuropsicóloga), Dr João Anacleto (psicólogo), eu e o Dr Ricardo Monteiro (pedagogo) num "retrato de família" durante o 1º Congresso Nacional do Instituto da Inteligência.Vídeo do Congresso do Instituto da Inteligência
Para saber mais entre em http://www.ainteligenciahumana.blogspot.com/
Revista Neurociências & Negócios (América Latina)
Fui nomeado representante desta revista na União Europeia.
É publicada na América Latina. Peça-me uma amostra do primeiro número.
Temas de Outubro:
ENEAGRAMA: Herramienta para conocer la personalidad
MENTE Y CEREBRO: Cual es su relación? Quien es primeo?
COACHING EMPRESARIAL: Como aplicar en la gestión empresarial
MERCANTILIZACIÓN DE LA PNL: La ética en el uso de herramientas psicológícas
NEUROECONOMÍA: La ruptura del consumidor racional
MENTAL TRAINING: Escuelas de la inteligência
Para subscrever esta revista envie um mail para suscripciones@zigmacg.com e receberá em formato PDF Neurociências & Negócios todos os meses.
É publicada na América Latina. Peça-me uma amostra do primeiro número.
Temas de Outubro:ENEAGRAMA: Herramienta para conocer la personalidad
MENTE Y CEREBRO: Cual es su relación? Quien es primeo?
COACHING EMPRESARIAL: Como aplicar en la gestión empresarial
MERCANTILIZACIÓN DE LA PNL: La ética en el uso de herramientas psicológícas
NEUROECONOMÍA: La ruptura del consumidor racional
MENTAL TRAINING: Escuelas de la inteligência
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Rumo ao futuro...

A mente humana – com todos os atributos, potencialidades e mistérios que lhe são reconhecidos – continua a ser um tema sedutor e aberto às mais variadas abordagens (filosóficas, biológicas, neuropsicológicas, etc.). Produto da actividade concertada de grandes aglomerações de células cerebrais altamente especializadas e de um complexo metabolismo que só agora começa a ser compreendido, a mente humana cumpre numerosas funções que se exprimem em diferentes planos.
Graças à evolução bem sucedida do sistema cérebro-mente, a história da Humanidade é um percurso empolgante de conquistas. Em não muitos milhões de anos vencemos uma série de etapas evolutivas e, chegados ao século XXI, eis-nos senhores de uma sociedade multifacetada, complexa e altamente competitiva - produto, afinal, da dinâmica interacção entre o exercício do pensamento e os desafios da vida.
A história da humanidade reflecte assim, desde os seus primórdios, o resultado da nossa inteligência criativa. Em poucos milénios desbravámos territórios inóspitos e levantámos civilizações. Rapidamente percebemos que tínhamos o poder de exercer transformações no que antes parecia imutável. A criatividade tornou-se a grande força da nossa inteligência. De simples recoletores e caçadores passámos rapidamente a inventores, técnicos e artistas. E com isso modificamos completamente a face do planeta e a história do nosso Mundo.
Agora, em plena Era do Conhecimento, o intelecto perfila-se como um capital de valor inestimável. Já ninguém duvida que a riqueza das nações, das comunidades e das organizações (seja de que tipo forem) depende mais dos recursos intelectuais – inteligência, criatividade e conhecimento – do que qualquer bem tradicional, incluindo o próprio dinheiro. De facto, a força muscular e o trabalho das máquinas estão rapidamente a ser substituídos pela inteligência.
Na exigente sociedade de hoje só as pessoas que invistam seriamente no capital intelectual de que dispõem (inteligência, criatividade e conhecimento) poderão aspirar a lugares destacados no mundo do trabalho. Aprender mais e mais e durante toda a vida tornou-se numa exigência da Era do Conhecimento. Para tal temos de estar na melhor forma mental.
Future of Talent
É uma nova comunidade - uma tribo de internautas de todo o mundo - interessados no desenvolvimento da inteligência e do talento. Filiei-me agora (23/10/08).Membros: http://fotalent.ning.com/profiles/members/
O que é a inteligência?
Uma pessoa inteligente é a pessoa dotada de uma personalidade completa. Um dilema se coloca, porém, ao ser humano: é que o facto de saber que tem inteligência pode tornar-se na sua glória ou na sua agonia. Tudo depende do uso que fizer dela. A inteligência não é garantia de Sabedoria, Felicidade, Competência, Discernimento e Talento. A inteligência é uma possibilidade em aberto, um recurso pessoal, uma potencialidade feita de emoções, sentimentos, pensamentos, memórias, sonhos, desejos, ambições. A inteligência tem de ser cultivada..
Não se gabe do seu Q.I. Os resultados dos testes de Q.I. não me impressionam porque apenas revelam uma parte insignificante do nível da sua inteligência. Veja: você pode ter um Q.I. elevadíssimo e estar na cadeia por ser um criminoso (aliás, as prisões estão entre os lugares com maior número de gente inteligente por m2) .
Assim, o que me fascina e atrai são as personalidades - os "egos" - inteligentes! Como ditou o sábio indiano Osho "uma pessoa inteligente está perfeitamente satisfeita com o possível. Ela trabalha para o provável; nunca trabalha para o impossível nem para o improvável, não. Ela olha para a vida e para as suas limitações". Sabe reconhecer e ampliar os seus recursos, as suas possibilidades. E sabe utilizá-los com justiça, honestidade e equilíbrio.
Diário de bordo
Acabo de dar três entrevistas a revistas femininas: uma sobre a relação homem/mulher (revista MARIA); outra sobre o que é "sorrir" (revista LUX Woman) e outra sobre o "amor" (revista COSMOPOLITAN).
Em 6/10/08
Em 6/10/08
OS CÓDIGOS DO CÉREBRO EXECUTIVO
COMO OS GESTORES PODEM OPTIMIZAR O SEU DESEMPENHOHá uma região do cérebro chamada neocortex onde as nossas capacidades de planeamento, previsão, tomada de decisão, senso crítico, gestão do risco, esforço de concentração, memória de trabalho, raciocínio, exercício de liderança e criatividade funcionam. Essa área, ocupada pelos chamados "lobos frontais", representa, em termos evolutivos, a região mais moderna do cérebro humano e ocupa cerca de 30% do seu volume (a maior percentagem entre todos os mamíferos, nomeadamente os primatas).
Muitas das nossas capacidades executivas, incluindo a de pensar e decidir em tempo oportuno e de forma adequada, dependem da sua estrutura, da sua fiabilidade e da qualidade de seu funcionamento. Uma alimentação incorrecta, stress frequente, fadiga, álcool, envelhecimento, doenças, drogas e falta de ginástica mental (mentalfitness) impedem o seu bom desempenho, mesmo que, numa primeira fase, não tenhamos consciência disso.
O "cérebro executivo", que Luria chamou de "o órgão da Civilização", é responsável, em boa medida, pelo nosso potencial de sucesso no mundo moderno, em especial em actividades ligadas à inovação, ao planeamento, às decisões e à liderança.
Pois agora você tem ao seu dispor um manual prático que lhe permitirá saber como alcançar e manter uma elevada performance mental. Intitula-se OS CÓDIGOS DO CÉREBRO EXECUTIVO.
Nesta obra você terá acesso à mais recente e completa base de dados sobre como a inteligência aplicada aos negócios (liderança, administração, gerência, recursos humanos, etc) pode ser desenvolvida de forma eficaz!
Preço edição e-book 150 páginas: 25 dólares
Preço para membros dos portais Administradores.com.br e Peabirus: 20 dólares
Reservas e pedidos: geral@institutodainteligencia.n et ou office@futureintelligen cemanagement.co.uk.
PALESTRAS DO AUTOR:
Estão sendo programadas palestras sobre o mesmo tema em Portugal, Brasil e Angola. Queira contactar o Instituto da Inteligência se pretender colaboração nesta matéria para os seus gestores.
Congresso Nacional do Instituto da Inteligência
E também, o lançamento do livro "O Código da Inteligência", de Augusto Cury.
Prefácio de Nelson Lima (Instituto da Inteligência). Editora Pergaminho.
A convite da organização, o Instituto da Inteligência vai participar em mais uma edição dos Encontros Internacinais de Economia organizados pela Universidade de Málaga (Espanha). A intervenção do instituto terá lugar no Simpósio "Neurociências y Negócios", o qual se realiza em Janeiro de 2009 e que está integrado no 4º Congresso Internacional de Micro, Pequenas e Medias Empresas do Século XXI!
Deitei fora uma série de livros!
Este fim-de-semana (20/09/08) desfiz-me de 98% dos meus livros de gestão, marketing e recursos humanos que tinha vindo a comprar desde os anos 80. Estão todos desactualizados. A minha biblioteca ainda mantem títulos recentes de Peter Drucker e ainda obras como FUNKY BUSINESS, WIKINOMICS e EXECUTIVE INTELLIGENCE, entre outras. Os meus livros de cabeceira são agora três! Três obras de grande impacto! É preciso ler: THE EXTREME FUTURE (James Canton), THE FUTURE OF MANAGEMENT (Gary Hamel) e RE-IMAGINE (Tom Peters). Mesmo depois de os relermos 3 e 4 vezes, nossos esquemas mentais, habituados às regras da Era Industrial, são difíceis de ser removidos.
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Talentosos Excêntricos: PROCURA-SE!
Se ainda não deu conta, paciência. Mas tenha a certeza que o mundo está muito mudado (e vai mudar ainda mais do que possa imaginar) e entramos na ERA DO TALENTO. Não o TALENTO à moda antiga mas o TALENTO EXCÊNTRICO. O que é isto? É talento feito de muita criatividade, espírito inventivo, muita competência, provocação, que desafia o conformismo e a vulgaridade, feito de alguma loucura e muita genialidade. Se você é dos poucos TALENTOSOS EXCÊNTRICOS que ainda existem no mundo, apresente-se. Seja qual for a sua especialidade. Mas tem de ser capaz de nos surpreender! Ou então, nada feito.Contacte comigo ou ainda:
geral@institutodainteligencia.net
office@futureintelligencemanagement.com
Inteligência emocional? ESQUEÇA ISSO.
Desde sempre me insurgi contra a crença numa "inteligência emocional" apesar de ser um tema que continua a vender bem em cursos, seminários e livros. Em minha opinião (e não estou sozinho nesta posição) não existe isso de "inteligência emocional". Cientificamente é um "bluff ", um conceito impossível. Leia mais...
Só para Mentes Abertas...
Você tem mais de 50 anos de idade? Então este artigo é mesmo para si! Você tem menos de 50 anos de idade? Humm...nesse caso, também é mesmo si! Não acredita? Ora veja as palavras-chave deste artigo:
TALENTO > COMPETÊNCIA > INTELIGÊNCIA > MATURIDADE > SABEDORIA > BABY BOOMERS. Leia mais...
TALENTO > COMPETÊNCIA > INTELIGÊNCIA > MATURIDADE > SABEDORIA > BABY BOOMERS. Leia mais...
Stress? Qual stress?
Ah, não pensem que eu sou um workaholic (pessoa viciada no trabalho devido a suas recompensas). Eu sou um worklover (pessoa que trabalha por prazer absoluto)! Por isso os primeiros sofrem de stress e os segundos não (ou sofrem muito menos). Ler mais...
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